
“Leo nunca fora um menino grande nem o mais forte. Mas sobrevivera em bairros violentos, escolas difíceis e lares adotivos complicados usando o que sabia fazer de melhor. Era o palhaço da turma, o bobo da corte, pois cedo aprendeu que quem finge não ter medo normalmente não recebe os golpes. Mesmo o menino mais malvado esquece do palhaço, tolera suas brincadeiras e o mantém por perto para rir um pouco. Além do mais, o humor é sempre uma boa saída para a dor. E, caso não funcione, existe sempre um plano B. Fugir. Quantas vezes for preciso”
- O Herói Perdido (Pág. 69)
(Source: insidebooks, via estupefaca-bitch)